Pelas ruas triste e só
A criança rota e descalça
Traz a camisola presa por uma alça
Fruto do desfrute maternal
De um momento carnal
Veio ao mundo despido
Mais valia que não tivesse vindo
Por vontade parental
Deixado a deambular
Espera agora a fome saciar
Algures por aí
Deixado à sua sorte
Parece atrair a morte
De uma fraqueza sem fim
Com os pés nas pedras
Sente a alma de cada uma delas
Deixa-se andar
Deixa-se vaguear
Pelas ruas triste e só
Vai a meter dó
A cada transeunte estica a mão
À espera da libertação
Daquela dor que o consome
Mas ninguém lhe mata a fome
Ninguém lhe mata a fome!
Traz a camisola presa por uma alça
Fruto do desfrute maternal
De um momento carnal
Veio ao mundo despido
Mais valia que não tivesse vindo
Por vontade parental
Deixado a deambular
Espera agora a fome saciar
Algures por aí
Deixado à sua sorte
Parece atrair a morte
De uma fraqueza sem fim
Com os pés nas pedras
Sente a alma de cada uma delas
Deixa-se andar
Deixa-se vaguear
Pelas ruas triste e só
Vai a meter dó
A cada transeunte estica a mão
À espera da libertação
Daquela dor que o consome
Mas ninguém lhe mata a fome
Ninguém lhe mata a fome!
Posted by in 05:38:19
Passo o tempo contando o tempo…
Passo as horas vendo os minutos passar…
Perco-me nesta contagem…
E anseio…
Anseio ver-te…
Anseio tocar-te…
Estar apenas contigo…
E as saudades crescem…
Crescem a velocidade incontrolável…
E só tu… apenas tu…
Tudo o que preciso…
Para me achar!
Just Me